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Air Liquide cresce 38,5% no 1º trimestre de 2017

A Air Liquide, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, divulgou os resultados financeiros referentes às suas operações no primeiro trimestre de 2017. O Grupo registrou crescimento de 38,5% e somou 5,1 bilhões de euros em receitas. As atividades do setor de Gás e Serviços foram as principais responsáveis pelo resultado registrado no período, respondendo por 42,2% da receitas obtida.

Os principais indicadores do Grupo Air Liquide no período são:

Principais resultados do trimestre

Destaques

 

Receita do Grupo:                             +38,5

 5,176 bilhões de euros

 

Participação Gás & Serviços:          +42.2%

5.046 bilhões de euros

Parâmetros Externos: impactos positivos da moeda e da energia.

 

Contratos de Longo Prazo: gases do ar para a produção do aço (França e Benelux) e nitrogênio para a indústria de plásticos (Omã).

 

Receita

Gás & Serviços                                  + 2.8%*

 

 Participação Industrial Merchant    +2.6%     

Gestão do Portfólio de Negócios: negociações exclusivas com Lincoln Electric, na venda da Air Liquide Welding e aquisições no Setor Healthcare (França e Colômbia).

 

Inovações e Novos Mercados: centro operacional e de otimização para as unidades de produção do Setor Grandes Industriais (França) e duas novas estações de abastecimento de hidrogênio (Japão).

 

Fluxo de Caixa

920 bilhões de euros

 

 
*Variação comparativa entre o 1º trim. 2017 e o 1º trim. 2016, desconsiderando o impacto da moeda e da energia (gás natural e eletricidade). Base de 2016 ajustada a partir de 1 de Janeiro de 2016 a) A Airgas havia sido consolidada e os desinvestimentos exigidos pelo órgão regulador dos Estados Unidos haviam sido concluídos e b) As operações da Aqua Lung e da Air Liquide Welding haviam sido descontinuadas de acordo com as normas IFRS 5).
 

Ao comentar sobre o 1º trim. 2017, Benoît Potier, Presidente e CEO da Air Liquide, disse:

“O forte crescimento das vendas neste trimestre espelham a nova magnitude do Grupo, como consequência da aquisição da Airgas. O aumento das vendas deu-se, também, devido à importante melhoria do Setor Industrial Merchant (a maior linha de negócios do Grupo), ao forte crescimento do Setor Healthcare e, em menor escala, ao Setor Grandes Indústrias, bem como à robustez dos negócios do Setor Mercados Globais e Tecnologias.

Em um cenário econômico favorável, os prognósticos de melhora notados no início do ano foram se concretizando ao longo do 1º trimestre. De fato, todas as regiões apresentaram crescimento, principalmente a América do Norte, com a recuperação da produção industrial.

Além disso, o Grupo continua a gerar ganhos de eficiência de modo recorrente, aos quais se somam as sinergias com a Airgas, graças aos primeiros passos bem sucedidos da sua integração, conforme as nossas expectativas. Também reportamos um aumento acentuado do fluxo de caixa.

Portanto, a Air Liquide está dentro do cronograma para a implantação de seu programa empresarial para o período 2016-2020. Acreditando em um cenário análogo, a Air Liquide confia plenamente na sua capacidade de aumentar o seu lucro líquido em 2017”.

Resultados por segmento

As receitas do Setor Gás e Serviços, que totalizaram 5,046 bilhões de euros neste trimestre, cresceram 42,2%  em relação ao 1º trimestre de 2016, conforme demonstrações financeiras. Na base comparativa, a receita apresentou aumento de 2,8% neste trimestre, em relação a igual período de 2016.

Neste trimestre, a receita de todo o Setor Gás e Serviços cresceu na base comparativa, à exceção do Setor Eletrônicos, que praticamente manteve-se inalterada.

No Setor Grandes Indústrias, o aumento da receita na ordem de +2,7% resultou do expressivo crescimento da demanda por gases do ar e hidrogênio nos Estados Unidos.

No Setor Industrial Merchant, que contabilizou 47% das vendas de Gás e Serviços neste trimestre, a receita acumulou um aumento de mais de 90%, conforme demonstrações financeiras, e de 2,6% na base comparativa. Este é o 1º trimestre positivo na base comparativa, desde o 4º trimestre de 2014.

A receita do Setor Eletrônicos manteve-se praticamente inalterada a -0,4%.

A receita do Setor Healthcare, que apresentou um aumento de 22,4%, conforme demonstrações financeiras, e de 5,5% na base comparativa, manteve-se firme. Todos os campos de negócios, em  todas as regiões, registraram aumento da receita. A demanda por serviços de atendimento domiciliar permaneceu em alta e as vendas do segmento de Higiene continuaram fortes (+11,3%). O Setor Healthcare, que segue sua estratégia de expansão geográfica, registrou crescimento de dois dígitos nas vendas aos países emergentes.

A receita do Setor Engenharia e Construção, que alcançou 52,7 milhões de euros, foi impactada pelo declínio do volume de pedidos em 2016. Mesmo assim, o volume de pedidos apresentou uma clara recuperação neste trimestre, quando comparado ao mesmo período de 2016; houve também mais atividades nas licitações.

No Setor Mercados Globais e Tecnologias, a receita no período foi de 77,4 milhões de euros, um aumento de 19,2% na base comparativa. O crescimento foi impulsionado pelo segmento de biogás, como também pelas vendas de postos de abastecimento de hidrogênio para mobilidade e pelas vendas de gás hélio e de gases para offshores.

Neste trimestre, o Grupo gerou ganhos de eficiência recorrentes de 67 milhões de euros, ou seja, 10% a mais do que ao longo de todo o 1º trimestre de 2016. As sinergias da Airgas, que somaram 45 milhões de dólares neste trimestre, estão se materializando rapidamente e de acordo com as expectativas.

O fluxo de caixa das atividades operacionais, antes da revisão das necessidades de Capital de Giro, aumentou acentuadamente, totalizando 920 milhões de euros. A relação dívida/capital próprio continuou a decrescer.

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